quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Como encontrar a escola perfeita? A Saga - Parte I



Apenas 1 ano se passou desde a peregrinação de escola em escola que me levou a matricular o Rafael na sua primeira escolinha o ano passado, e cá estou eu de novo gastando meus calçados de porta em porta pelas escolas afora...

Coloquei o Rafael na escola quando estava apenas com 2 anos e 5 meses. Eu achei que era a idade ideal. Não foi. O primeiro filho é sempre uma cobaia. E eu serei sempre a sua mãe de 1ª viagem, como li nesse post aqui.

Por que eu achei que seria ideal?

Ele sempre acordou cedo, então achei que estudar pela manhã não seria um problema. Mas foi.

Achei que ele iria se adaptar tranquilamente. Mas não se adaptou. Só depois que completou 3 anos (7 meses depois do início das aulas) é que começou a me dar tchau sem olhar para trás. Conto isso aqui e aqui.

Eu achei que conseguiria chegar cedo em casa, logo após a soneca da tarde. Mas nem sempre consegui sair cedo do trabalho e sofri horrores porque não passava as manhãs com ele e só chegava no final da tarde. (mãe também tem ansiedade da separação!!!)

Ele ficava parte do dia com a babá, então achei que era melhor a escola. E, nesse ponto, acho que a escola foi melhor mesmo. É lindo de ver ele cantando musiquinhas que aprendeu na escola, dentre outras coisas.

O fato de ser uma escola pequena, com apenas uma turma por série, me agradou muito, pois favoreceu o contato pessoal e meu filho era chamado pelo nome.

Por que não foi tão legal assim?

Escolhi uma escola pequena e próxima da casa da minha mãe. Eu o deixava na escola e minha mãe o buscava e levava para a minha casa onde a babá ficava com ele até a hora que eu chegasse do trabalho. Essa logística toda funcionou bem, exceto por alguns imprevistos. Mas o fato de não ser eu ou o pai do Rafael a buscá-lo deixou ele um pouco triste, no início. E é claro que eu sofri com isso também, mas não havia o que fazer.

A escola não oferece tanto espaço ao ar livre, não tem grama, não tem quadra e eu achei que tem poucos momentos de interação família/escola.

A escola mandava muitos doces em lembrancinhas bem na hora do almoço, o que gerava alguns atritos para impedir que ele se enchesse de balas antes (ou depois) de almoçar.

O meu marido sempre foi contra colocá-lo na escola tão cedo, mas eu não lhe dei ouvidos e tenho que ouvir ele dizer isso por todo o sempre enquanto eu viver... que ele era contra... que eu não quis ouvir... que eu preferi escutar outras opiniões... e etc, etc, etc...

Assumo: Eu me arrependi de tê-lo colocado tão cedo na escola. Mas, agora ele já está bem adaptado e... vou ter que mudar de escola... ha! (porque a vida é cheia de desafios!)

A saga continua...

Bjos,

VdM

Para ler a 2º parte dessa saga, clique aqui.

Para ler a 3º parte dessa saga, clique aqui.



 

2 comentários:

  1. Oi Jaque!
    Olha, aqui já passamos por 4 escolas diferentes.
    É uma verdadeira saga! Sempre tem um detalhe ou outro.
    Agora, o Vítor e a Clara estão em escolas municipais e por enquanto tem sido uma experiência bem positiva.

    Beijos e boa sorte!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Ananda,
      Ô coisa difícil, né menina! Vou precisar de sorte mesmo.
      Obrigada pela visita,
      Bjos,
      Jaque

      Excluir

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